sexta-feira, 1 de julho de 2011

The Rachel

The Rachel: o corte mais copiado na NY dos anos 90

Eu amo o seriado Friends. Já tive minha fase Phoebe, minha fase Joey, minhas fase Monica, mas minha Friend predileta sempre será Rachel Green. Além de ser a atriz que melhor sobreviveu ao fim do seriado, Jennifer Aniston é exemplo de estilo e beleza há quase 20 anos. Nos salões da Nova York dos anos 1990, o corte de cabelo intitulado "The Rachel" era um verdadeiro fenômeno. O mais pedido entre as mulheres.

Aos 42 anos, Jennifer continua maravilhosa. Desde o fim de seu casamento com Brad Pitt, em 2005, ela não engatou nenhum relacionamento sério e, mesmo a contragosto, tornou-se tudo o que as mulheres de sua geração lutaram para ser. Ela é livre, autosuficiente, bem sucedida. Namora rapazes mais novos e vive vários romances de cinema. Mesmo que a contragosto.

No tapete vermelho do filme Horrible Bosses, na quinta-feira 30, em Hollywood, ela mostrou que seu cabelo está longe de ser o sucesso que era há 16 anos. Mas não deixou de lado o carisma que a consagrou como a Friend preferida de muita, muita gente por aí. We love Jennifer Aniston!

Hoje: vai um pente de madeira aê?

quarta-feira, 9 de março de 2011

Amor mio, basto io



Quem pensa que bate-cabelo é um privilégio das divas atuais está muito enganado. A italiana Mina Mazzani já arrasava nos palcos do cenário pop dos anos 1960 e 1970 e era considerada um ícone por levantar a bandeira da auto-suficiência feminina. Conhecida como "queen of screamers", Mina foi banida das rádios e televisões italianas em 1963 quando ficou grávida de um famoso ator casado. Mas a cantora não deu a mínima e continuou sua carreira. Tanto que em 1969 ela gravou seu primeiro álbum em inglês, "Mina For You", consolidando uma trajetória internacional. Prestes a completar 71 anos, a diva continua a firmar sua potência volcal e sua rebeldia estética em consagrados hits como "Amore Mio", de 1971. Esse clipe é a prova de que uma boa performance vale mais do que qualquer efeito especial.

amor mio
basto io
grandi braccia e grandi mani avr per te

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Loca, loca, loca

DJ Pomba agita a festa Grind, que rola aos domingos

Faz 15 anos que Alôca surgiu para agitar a noite underground de Sampa. Localizada na Frei Caneca, considerada a rua gay da cidade, a balada ficou marcada pela mistura de tribos, embora todas tivessem a mesma intenção: entrar na pista pra ferver. Sem contar a pegação garantida. Mas depois de duas temporadas de muito sucesso, 2000/2002 e 2006/2007, Alôca se tornou maçante. Os preços ficaram abusivos, o som ficou cada vez mais eletrônico (psy, trance etc), o público deixou de ser eclético e uma invasão de bibas The Week e muitas outras sem noção dominaram a balada. Parece que finalmente essa febre passou. Com ares decadente, Alôca de 2011 revive um pouco os velhos tempos. Os preços continuam abusivos, mas o público voltou a ser o fiel e o som está cada vez mais pop. Por isso, resolvi listar alguns motivos que fazem d’Alôca referência na noite de São Paulo até hoje:

* público estranho, mas bonito

* DJ Pomba e a festa Grind (agora só aos domingos)

* apresentações de drags como Michael Love e Victor Piercing

* banheiro misto

* paredes pretas e fumaça na pista

* pegação garantida

* a rainha louca e seu trono

* fliperamas

* pirulitos em forma de coração e camisinhas eram distribuídos na balada

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Belle ragazze

Isabeli Fontana, Alessandra Ambrósio e Izabel Goulart recriaram a típica essência da mulher italiana na campanha verão 2011 da grife Dolce & Gabbana. Fotografadas por Steven Klien, elas substituem a diva Madonna, que por dois anos esteve à frente da marca. Além das brasileiras, quem também divide a cena é a top bielo-russa Maryna Lynchuk.

"Rico Mansur é meu, é meu!"

Churria italiana

Maria Fernanda Cândido em Terra Nostra

Até que enfim, a bielo-russa

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Neo Studio 54

Depois de se aventurar no cinema com o filme "A Single Man" e se dedicar exclusivamente à sua grife masculina, Tom Ford está de volta às passarelas com uma nova coleção para mulheres depois de 6 anos.
O desfile aconteceu durante a última semana de moda de Nova York, em novembro do ano passado, e foi ultraexclusivo. Além de poucos convidados VIPS, o únco fotógrafo credenciado foi Terry Richardson. Na passarela de Tom Ford, nomes como Julianne Moore e Beyoncé desfilaram peças, que eram impecáveis releituras da era Disco dos anos 1970. A trilha sonora é assinada pela exmodelo Karen Elson, que canta lindamente o hit Pretty Babies. Confira o vídeo com imagens do exclusivo espetáculo comandado por Tom Ford.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Do you ever feel?



As Angels estão com tudo. Durante os bastidores do desfile da Victoria's Secret, em Nova York, as tops gravaram um vídeo promocional e dublaram o hit "Fireworks", de Katy Perry. É que a cantora abriu em grande estilo o evento do dia 10 de novembro. A ação é para divulgar um programa que vai ao ar na TV americana no dia 30 de novembro, que mostrará o desfile e um pocket show da californiana.

Cause baby you're a firework
 
Come on show 'em what your worth

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

I kissed a girl

Courtney beija uma garota; ao lado, de lingerie no twitter

Em plena falta do que fazer, Courtney Love presentou seus fãs com uma foto publicada em seu twitter, na segunda-feira 22, ao beijar na boca de uma amiga exibicionista. É que há muito tempo sua vida pessoal ganha mais destaque do que seus trabalhos em cima dos palcos. Nem mesmo o último CD do Hole, "Nobody's Daughter", conseguiu chamar mais atenção do que a briga judicial que trava com a própira filha, Frances Bean, da união com Kurt Cobain. É que a mini-fofa saiu vazada para casa da avó, pediu emancipação, assumiu sua herança e saiu por aí dizendo aos quatro cantos que sua mãe era louca de pedra. Jura, Frances, agora conte-nos uma novidade.

E para matar as saudades dos tempos áureos do Hole, segue um clipe das antigas. Até mesmo nessa época, Courtney era massacrada pelas críticas. Fãs do Nirvana diziam que Kurt fazia tudo para ela, dos arranjos às letras. Mas o que dizer sobre o melhor disco do Hole, Celebrity Skin (1998), lançado anos depois da morte do exvocalista do Nirvana? Vai saber para quem ela deu, não é verdade?